É meu!

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10 dezembro, 2006



Ao virar da esquina da casa da avó da Tokita-san havia um pequenino santuário. De manhazinha, esta menina e a mãe encontravam-se lá a lavar as estátuas. Tóquio.


Um monge no mesmo santuário.


O santuário estava repleto destas perturbantes estatuazinhas de pedra de Jizo, o deus-guarda das crianças falecidas, das mulheres grávidas, dos bombeiros, dos viajantes e dos peregrinos. Representam crianças que nunca chegaram a nascer, devido a abortos.


Jizo representando uma criança que nunca chegou a nascer.

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