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22 junho, 2007

UMA ESCRITA SINGULAR






O contacto com a China foi decisivo para o desenvolvimento da cultura japonesa. Esse contacto deu-se por volta do ano 400 d.C. Os japoneses depressa perceberam que a China era muito mais poderosa, rica e desenvolvida que o seu país e, como é característico deles, logo trataram de aprender o mais que podiam com o seu gigantesco vizinho. Estudaram a maneira de fazer porcelana, seda, laca, papel e também como planear cidades. Em breve se tornaram verdadeiros mestres nestas matérias. Adoptaram o calendário chinês e os ensinamentos budistas. O Japão enviou inúmeros funcionários e estudiosos à China e recebeu professores, sacerdotes e artífices chineses (e também coreanos), pondo em prática um plano de intercâmbio cultural que duraria cerca de 400 anos.
Uma das mais significativas importações que fizeram da China, através de monges budistas que chegavam da Coreia, foi a da sua escrita. Até então, os japoneses ainda não haviam inventado nenhum tipo de escrita. Resolveram, pois, adoptar os caracteres chineses para fixar a sua língua em papel. Entre a meia centena de escritas que se utilizam actualmente no planeta, apenas subsiste uma de tipo ideográfico que é, precisamente, a antiquíssima escrita chinesa (séc. XIV a.C.), coeva dos hieróglifos egípcios e da escrita cuneiforme dos hititas, há muito desaparecidas. Além disso, conserva, aos olhos ocidentais, a aparência de um enigma impenetrável. Na verdade, é uma escrita humana, tão humana quanto as demais e perfeitamente acessível a qualquer ocidental desejoso de a aprender. Em muitos aspectos, é mais fácil e eficaz do que o alfabeto latino. Por alguma boa razão terá sobrevivido até aos nossos dias.




A língua japonesa, porém, é muitíssimo diferente da chinesa e depressa surgiram problemas. São línguas que nem sequer pertencem à mesma família. A chinesa é um ramo da sino-tibetana, enquanto que a japonesa é a língua do planeta cuja origem é a mais indeterminada e misteriosa (para gáudio dos japoneses, que acreditam ser um povo especial). Parece, no entanto, descender da família das línguas altaicas, que inclui, entre outras, o turco e o mongol, mas também tem parentesco com línguas austronésias, como o polinésio.
A escrita chinesa, por si só, não se adaptava à especificidade da língua japonesa. Esta não podia ser redigida apenas com caracteres chineses. Foi esse facto que originou uma das mais singulares e complexas escritas existentes, porque combina nada menos do que caracteres chineses (a que os japoneses chamam kanji) com dois tipos de silabários (kana), cujos nomes são hiragana e katakana. Assim, ler em japonês requer a habilidade de nos movermos entre pelo menos três sistemas de escrita e essa é uma das razões que torna a tarefa tão interessante.
Quando as crianças entram na escola, assim como os estrangeiros que se iniciam na língua, começam por aprender os dois kana, cada um com 46 sílabas representativas dos sons básicos da língua japonesa. Ei-los:

Hiragana:



Katakana:







Mas depressa as crianças são introduzidas nos kanji, pois torna-se extremamente difícil compreender um texto japonês redigido apenas com kana ou em romaji (alfabeto latino). Sem os caracteres chineses, instaura-se a ininteligibilidade, porque o japonês (neste caso, assemelha-se ao chinês) é uma língua foneticamente bastante pobre (daí a grande dificuldade dos nipónicos em aprender línguas estrangeiras e, sobretudo, em conseguirem uma pronúncia minimamente compreensível), embora conceptualmente muito rica. Isso significa que imensas palavras são homófonas e só a visão dos caracteres chineses permite perceber a que é que o texto se está a referir. Por isso é que um chinês de Pequim, que fala mandarim, só entende um chinês de Guangdong, que fala o dialecto de Cantão, através da escrita.
Quando importaram a escrita chinesa, os japoneses começaram por fazer dela um uso meramente fonético. Ou seja, escolhiam os caracteres devido à sua pronúncia em chinês e não segundo o seu significado. Imaginemos que o caso se passava connosco, portugueses. Queríamos escrever “leite”. Escolhíamos arbitrariamente um caracter chinês qualquer que se lesse lei, como um que significa “trovão”, e outro que se lesse te ,como o que significa “particular, especial, excepcional”, indiferentes ao seu significado original. Uma frase como “O sapo nada no lago” escrever-se-ia: Outra pessoa poderia escrevê-la, todavia, com outros caracteres chineses que se lessem de modo idêntico:

Os caracteres seriam escolhidos arbitrariamente, tendo em atenção apenas o modo como são lidos em chinês. Ambas as frases, pois, não têm qualquer significado nessa língua.
É óbvio que este estado de coisas não poderia resultar durante muito tempo, desde logo porque escrever português pressuporia de antemão saber chinês.
Os japoneses passaram então a usar os caracteres ideogramaticamente, isto é, a escolher caracteres chineses consoante o seu significado, mas lendo-os à japonesa (no hipotético caso português: utilizaríamos o caracter chinês que significa “leite” - em chinês, nai - mas lê-lo-íamos na nossa língua mãe). No entanto, o antigo sistema nunca desapareceu por completo e isso é antes de mais perceptível nos nomes e sobrenomes e em palavras japonesas que não têm equivalente em chinês. E se um certo caracter foi importado para o Japão em diferentes períodos de tempo ou provindo de regiões da China com dialectos específicos, poderá estar associado a uma série de leituras possíveis. Por exemplo, o caracter pode ser lido de quatro maneiras diferentes: a leitura em japonês e três diferentes leituras importadas do chinês.
É que uma consequência da adopção dos caracteres chineses pelos japoneses foi a de que a maior parte deles podem ser lidos de, pelo menos, duas maneiras diferentes: segundo a pronúncia chinesa (on yomi) e segundo a correspondente palavra japonesa nativa (kun yomi). Por exemplo, o caracter que significa “coração” e “mente”, lê-se xin em chinês. Em japonês, pode ler-se shin (adaptação da pronúncia chinesa, geralmente usada quando está associado a outro caracter, numa palavra composta) ou kokoro, a palavra japonesa nativa.
No final do sexto ano, uma criança japonesa deverá ter memorizado 1006 kanji. Até ao nono ano, deverá ter acrescentado mais 939 a essa lista, perfazendo um total de 1945 kanji, o suficiente para a vida do dia-a-dia.
Na imprensa escrita, utilizam-se cerca de 4000 caracteres – metade dos quais assaz frequentes – embora existam muitíssimos mais (em 1716, o imperador chinês Kangxi mandou elaborar um dicionário que apresentava 47 073 caracteres em nada menos do que 42 volumes).

Magnum Photos

Os caracteres não são tão difíceis de aprender quanto aparentam. O necessário é ser metódico nessa aprendizagem, um pouco à maneira da matemática. Há que praticar a escrita. Uma das suas vantagens é a de que não se lêem, antes vêem-se. Chineses e japoneses levam menos tempo a ler um jornal do que um ocidental (também não levam mais tempo a elaborá-lo), precisamente devido a esse facto. Basta uma breve olhadela pelos caracteres e ficam logo a saber o conteúdo da notícia. Quando olhamos para o sinal de “Stop” ou de “Curva e contracurva”, não precisamos de ler nada, de juntar letras nenhumas. Olhamos e, de imediato, deciframos o significado. Aliás, estamos cada vez mais mergulhados em sinais que sabemos decifrar: sinais de trânsito, de tratamento da roupa, simbologia desportiva, etc. São às centenas e deixaram de nos parecer misteriosos. O mesmo acontece com os kanji, que são como que emblemas de todas as coisas do mundo. Se a gramática, a estrutura interna e os conceitos de todas as línguas fossem idênticos, não haveria escrita que fosse tão boa candidata a ser adoptada universalmente quanto a chinesa. Cada povo leria os caracteres consoante a sua língua, mas significariam o mesmo para todos. Assim, qualquer povo olharia para o mesmo caracter e os chineses leriam mao, os japoneses neko, os portugueses gato, os franceses chat, os ingleses cat, etc. E o emprego de tradutor de textos desapareceria da face do planeta.




Há ideogramas simples, que representam directamente um objecto ou conceito. Exemplos:



árvore sol
lua pessoa


Outros são mais complexos, formados por diferentes elementos. Na maioria dos casos, porém, um destes elementos – chamado radical – dá a chave do significado do caracter, enquanto que outra parte dá uma pista quanto à pronúncia. Por exemplo, o caracter da palavra chinesa ma, “mãe”, é composto por cavalo, ma, que lhe dá a fonética e pelo radical , mulher, que sugere o significado.
Foi elaborada uma lista de 214 radicais, que foi utilizada no referido Grande Dicionário do Imperador Kangxi. Exemplificando: existe o radical de “madeira” ou “árvore”, que está presente nos caracteres que designam nomes de árvores ou objectos geralmente feitos de madeira, como mesa ou cadeira; o radical de “coração/mente” está presente nos caracteres que designam sentimentos, pensamento, imaginação, etc.



Atenção, nem sempre é fácil reconhecer a afinidade entre o desenho do caracter e o seu significado mas isso assemelha-se ao que sucede nas nossas línguas ocidentais: se não nos foi ensinado, não tomamos consciência de que a palavra “companheiro” significa “aquele com quem se partilha o pão” ou de que “caligrafia” significa “bela escrita”.
Todos os caracteres têm um significado mas isso não implica que não haja palavras que se escrevam com mais do que um caracter (mais do que três, em não se tratando de uma transcrição fonética, é bastante raro). De facto, muitas palavras são formadas por dois caracteres cujo significado se assemelha ou se complementa. Por exemplo, “paz”, heiwa em japonês: hei significa calma, tranquilidade, e wa significa harmonoso, pacífico. É engraçado notar que, em chinês, a palavra “paz” (heping), se escreve com os mesmos caracteres, mas na ordem inversa.
Até aos anos 50 do séc. XX, a maioria dos caracteres chineses usados na China e no Japão eram iguais. Mas o Governo chinês decidiu então estabelecer uma lista oficial de simplificações que afectavam os caracteres chineses mais complicados (por exemplo, com 20 traços ou mais) ou mais utilizados. Tal medida teve boas e más consequências: por um lado, a escrita ganhou em rapidez e facilidade, tornando o combate contra o analfabetismo mais eficaz; por outro lado, os estudantes passaram a ter de aprender tanto os novos como os velhos caracteres, se quisessem aprofundar textos anteriores à reforma. Além disso, muitos caracteres perderam a informação que continham, o que é bastante grave. Por exemplo, ài, “amor”, “amar”, incorporava o caracter de “coração”, como acontece com outros caracteres ligados à área dos sentimentos. Com a reforma, o “coração” foi retirado e ficou-se pela “amizade”, yóu . O caracter mai, "comprar", foi completamente desvirtuado. Como é usual nos caracteres que pertencem à área semântica das transacções económicas, incorporava até então o radical bei, “concha”, pois, na antiguidade, a primeira moeda dos chineses foram precisamente as conchas. Após a reforma, ganhou um aspecto completamente diferente e falho de riqueza interior: .



Por fim, a escrita actual perdeu muita da beleza da antiga, num país onde a caligrafia é, tradicionalmente, a arte cimeira. No Japão, todavia, conservou-se quase sempre a forma antiga dos caracteres e "amar" escreve-se com o “coração” e “comprar” com o radical de “concha”. Mas há caracteres que se foram simplificando no Japão, quando o mesmo não aconteceu na China, como o caracter que significa “preto”:



A mais importante inovação na escrita japonesa, aquela que lhe outorga o seu aspecto único, foi a introdução dos kana. O célebre Manyoshu, a primeira e mais venerada colectânea de poesia japonesa, do séc. VIII d.C,. foi um marco na história da escrita daquele país. Lançou-se ali a base das regras formais para redigir sílabas em kana, tornando a escrita muito mais estável.
Primeiro, durante o período Heian, surgiu o hiragana, invenção do monge budista Kobo Daishi, que estudara sânscrito (um alfabeto fonético) na Índia. O hiragana libertou os japoneses da obrigação de conhecer os caracteres chineses para escreverem na sua própria língua. Era inicialmente conhecido como onna-de, ou escrita feminina. Às mulheres, a quem a via do estudo não estava reservada, vedava-se o acesso ao complexo domínio dos kanji. Foi, pois, em hiragana que grandes escritoras como Murasaki Shikibu (autora de Genji Monogatari, “A História de Genji”) e Sei Shonagon, (autora d’ “O Livro da Alcova”) ambas dos sécs. X - XI d.C., compuseram aquelas obras-primas da literatura japonesa.
A partir do período Heian, passaram a usar-se kanji para substantivos, adjectivos, verbos e advérbios e hiragana para diversas partículas, terminações gramaticais e palavras sem kanji correspondentes ou que deixaram de ser escritas em kanji. Devido ao modo como, em japonês, os verbos e adjectivos são conjugados, não é possível usar apenas kanji para exprimir o tempo e o modo (na língua chinesa não havia esse problema, pois a expressão da variação no tempo - presente, passado, futuro, etc. - não implica qualquer mudança no verbo). Por essa razão, são usados hiragana como sufixos para os kanji, de maneira a mostrar as conjugações de verbos e adjectivos. Assim, kau (comprar) escreve-se , kaimasu (compro) escreve-se , kaimashita (comprei) escreve-se e kaimashou (compremos) escreve-se . O kanji que significa "comprar" em chinês, mai, mantém-se, é lido segundo a pronúncia japonesa, ka, mas as terminações – escritas em hiragana – diferem. Quando o hiragana é assim utilizado chama-se okurigana. O hiragana também pode aparecer por cima dos kanji (ou ao lado) para indicar a maneira correcta de ler um caracter e, nesse contexto, toma o nome de furigana.
Para uma melhor compreensão de como funciona o japonês, exemplifiquemos de novo com o hipotético caso português. Substituamos, apenas, o hiragana pelo nosso alfabeto latino, conservando a importação dos caracteres chineses, mas lendo-os à portuguesa. A escrita de comprar, compro, comprei e compremos assemelhar-se-ia a isto:






Os katakana, igualmente inventados por monges budistas, empregam-se para transcrever palavras ou nomes ocidentais, onomatopeias (nas quais a língua japonesa é riquíssima) e, ultimamente, para os nomes de animais e plantas. Também se usam quando se pretende realçar uma palavra numa frase. Komi – lixo – é muitas vezes escrito em katagana na frase “Por favor, deite aqui o lixo”.
Tanto o hiragana como o katakana evoluíram da escrita de kanji e foram criados no séc. X d. C. Os hiragana são simplificações extremas de alguns kanji, sobretudo quando redigidos em caligrafia cursiva, daí o seu aspecto elegante e curvilíneo. Os katakana são segmentos extraídos de vários kanji. Exemplo:


- evolução da sílaba re (lê-se com em ma) em hiragana: à direita, o caracter chinês de que derivou; no centro, o mesmo caracter em caligrafia cursiva; à esquerda, a sua forma.


- origem da sílaba re em katakana: à direita, o mesmo caracter chinês; ao centro, a parte do caracter que foi isolada; à esquerda, a sua forma.





O alfabeto latino (romaji) também começou a surgir amiúde em textos japoneses após a era Tokugawa (1603-1868) e é usado para palavras importadas como CD ou DVD e também para marcas criadas por japoneses como SONY, HONDA, HITACHI ou TOYOTA. Quanto aos números, usam-se tanto os caracteres chineses quanto os algarismos árabes, com predominância destes últimos.
Tradicionalmente, tal como o chinês, o japonês escreve-se de cima para baixo e da direita para a esquerda. Este estilo ainda é o predominante mas o utilizado no ocidente também é muito vulgar. Na imprensa, combinam-se geralmente ambas as direcções.


Um texto japonês: vêem-se kanji, hiragana, katakana, romaji, números árabes e chineses... Os kana emprestam simplicidade gráfica e existem traços curvilíneos provenientes do hiragana.



Um texto chinês: muito maior densidade, visto tratar-se apenas de kanji (hanzi em chinês). Não se encontram traços curvos na caligrafia regular.



Para terminar e como curiosidade, vou ainda referir qual o caracter preferido dos japoneses. Comprovei-o pessoalmente, perguntando a japoneses meus conhecidos qual o seu caracter favorito. Esse caracter é wa, o tal que surge na palavra paz, como se viu acima. De facto, trata-se de um caracter capaz de fornecer a chave para a correcta compreensão da psicologia nipónica.
A suposta capacidade de comunicação telepática entre os japoneses, assim como o chamado milagre económico são, em certa medida, consequências de wa. Comumente, wa significa harmonia, tranquilidade, paz. Também significa Japão. A palavra wafuu significa “estilo japonês”. Como é que isso ocorreu? Na antiguidade, os chineses referiam-se ao Japão como a terra dos wo, (wa em japonês), que significava “baixinhos de ombros redondos”. Os japoneses resolveram então substituir esse caracter por um homófono com significado positivo.

E também começaram a escrever Yamato, o nome original do Japão como . O primeiro caracter significa "grande". Embora lessem esta palavra Yamato, nenhum dos caracteres, de facto, se liam até então dessa maneira; o mais natural seria lê-los daiwa.
É uma simplificação extrema restringir wa ao significado de “harmonia”. Mas é difícil conseguir em poucas palavras uma definição satisfatória. Por exemplo, durante qualquer negociação, o comportamento dos japoneses é invariavelmente reservado e aparenta extrema cautela, abstendo-se de qualquer afirmação peremptória e evitando sempre ir direito ao cerne das questões. No entanto, as decisões (por norma tomadas nos bastidores e levando bastante tempo) não levantarão qualquer celeuma, uma vez apresentadas. Também nunca serão imputadas a alguém. Ninguém e todos são responsáveis, tratou-se sempre de uma decisão de grupo. Agir, para os japoneses, é agir em grupo. Daí que alguns estrangeiros considerem o Japão como “a nação sem rosto”. Esta característica provém de wa. Wa foi o poder por detrás do crescimento económico japonês, uma força de união que parece inquebrável. Os conflitos são ultrapassados, os motivos egoístas sacrificados em prol da vitória de todos – esse é o poder de wa.
Como complemento para as questões aqui abordadas, recomendo a leitura do post “A Arte da Escrita Chinesa e as suas Implicações Pictóricas e Poéticas” no meu blogue Dragon’s Quest em http://www.demandadodragao.blogspot.com/.


4 comentários:

Ana Paula disse...

Gostaria de saber se existe algum Kanji para "Espírito Santo".
Obrigada

Okawa Ryuko disse...

Sim, dois kanji para o termo Espírito Santo. Mas isso o melhor é ver num dicionário. Encontra-os em qualquer boa livraria, se não Português-Japonês, pelo menos Inglês-Japonês.

dodamandu.blogspot.com disse...

Olá. Meu nome é Doda Mandu e sou publicitário, gostaria de saber se posso usar o kanji de prosperidade junto com o de saúde. Os dois juntos têm significado distintos ou juntos tornan-se uma única palavra.

email: doda.mandu22@hotmail.com

parabéns pelo blog, muito interessante e bem escrito.

Djinn disse...

Acabei de «descobrir» este blog e fiquei encantada...
Muito bom...